Bem-vindo à página do EXTENSIVO
TERCEIRÃO
– uma sessão dentro do site do COOPERMUNDI especialmente criada para você que já é, ou está pensando em ser nosso aluno. Aqui você encontrará informações sobre nossa grade curricular, calendário e professores, além de notícias sobre os vestibulares das mais importantes universidades, conquistas dos nossos alunos e como realizar sua matrícula.
HORÁRIOS

2ª-Feira:
7h30min às 11h45min

3ª a 6ª-Feira:
7h30min às 12h15min

5ª-Feira à noite:
18h00min às 21h05min


MONITORIAS
Início 2ª-Feira (17/02)


2ª-Feira:

Matemática - Prof. Sandra (11h45min às 12h15min)

Física - Prof. Tales
(13h30min às 14h30min)

Matemática - Prof. Paulo
(21h05min às 21h35min)

6ª-Feira:
Redação - Prof. Marcos
(13h20min às 14h10min)

Química - Prof. André
(14h10min às 15h10min)

Obs.: 2ª-Feira à noite:
18 horas - Prova
(início dia 24/02 Lingua Portuguesa)
18h50min às 20h20min - Física
20h20min às 21h05min - Matemática
21h05min às 21h35min - Monitoria de Matemática


PLANTÃO DE DÚVIDAS
Início 2ª-Feira (17/02)

2ª-Feira:
07h20min – Sandra (sala SOR)
André (sala Teiceirão)

3ª-Feira:
07h20min – Adelir (sala Terceirão)
12h15min – Marcos (sala terceirão)

4ª-Feira:
07h20min – Luís (sala Terceirão)
Ailson (sala SOR)
12h15min – Nédio (sala Terceirão)

5ª-Feira:
07h20min – Ricardo (sala Terceirão)
Junior (sala SOR)
12h15min – Cleviston (sala terceirão)
Ademar (sala SOR)

6ª-Feira:
07h20min – Paulo (sala Terceirão)
12h15min – Rodrigo (sala terceirão)

       
       
 
TESTE SEUS CONHECIMENTOS

 

Teste de Conhecimento: Lin. Port. - Gramática II

1 - (UFSCar-2007) "O valor do futuro depende do que se pode esperar dele. Portanto: se você acredita de fato em alguma forma de existência post mortem determinada pelo que fizermos em vida, então todo cuidado é pouco: os juros prospectivos são infinitos. O desafio é fazer o melhor de que se é capaz na vida mortal sem pôr em risco as incomensuráveis graças do porvir. Se você acredita, ao contrário, que a morte é o fim definitivo de tudo, então o valor do intervalo finito de duração indefinida da vida tal como a conhecemos aumenta. Ela é tudo o que nos resta, e o único desafio é fazer dela o melhor de que somos capazes. E, finalmente, se você duvida de qualquer conclusão humana sobre o após-a-morte e sua relação com a vida terrena, então você contesta o dogmatismo das crenças estabelecidas, não abdica da busca de um sentido transcendente para o mistério de existir e mantém uma janelinha aberta e bem arejada para o além. O desafio é fazer o melhor de que se é capaz da vida que conhecemos, mas sem descartar nenhuma hipótese, nem sequer a de que ela possa ser, de fato, tudo o que nos é dado para sempre."
(Eduardo Giannetti, O valor do amanhã, p. 123.)

A regência do verbo abdicar, que aparece no trecho — não abdica da busca de um sentido transcendente para o mistério de existir —, pode ser substituída, de modo compatível com a norma padrão e com o sentido do texto, pelo que está em:

não abdica na busca de um sentido transcendente para o mistério de existir.
não se abdica a busca de um sentido transcendente para o mistério de existir.
não se abdica pela busca de um sentido transcendente para o mistério de existir.
não abdica para a busca de um sentido transcendente para o mistério de existir.
não abdica a busca de um sentido transcendente para o mistério de existir.

 

2 - (UERJ-2009)

Piaimã1

A inteligência do herói estava muito perturbada. Acordou com os berros da bicharia lá em baixo nas ruas, disparando entre as malocas temíveis. E aquele diacho de sagüi-açu2 (...) não era sagüim não, chamava elevador e era uma máquina. De-manhãzinha
ensinaram que todos aqueles piados berros cuquiadas sopros roncos esturros não eram nada disso não, eram mas cláxons3 campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas. Os tamanduás os boitatás4 as inajás5 de curuatás6 de fumo, em vez eram caminhões bondes autobondes anúncios-luminosos
relógios faróis rádios motocicletas telefones gorjetas postes chaminés... Eram máquinas e tudo na cidade era só máquina! O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã7 famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira
que a Mãe-d’água8, em bulhas9 de sarapantar10.

Então resolveu ir brincar com a Máquina pra ser também imperador dos filhos da mandioca. Mas as três cunhãs11 deram muitas risadas e falaram que isso de deuses era gorda mentira antiga, que não tinha deus não e que com a máquina ninguém não
brinca porque ela mata. A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto. Era feita pelos homens. Se mexia com eletricidade com fogo com água com vento com fumo, os homens aproveitando as forças da natureza. Porém jacaré acreditou? nem o herói!
(...)
Macunaíma passou então uma semana sem comer nem brincar só maquinando nas brigas sem vitória dos filhos da mandioca com a Máquina. A Máquina era que matava os homens porém os homens é que mandavam na Máquina... Constatou pasmo que os
filhos da mandioca eram donos sem mistério e sem força da máquina sem mistério sem querer sem fastio, incapaz de explicar as infelicidades por si. Estava nostálgico assim. Até que uma noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma
concluiu:

— Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate.

Não concluiu mais nada porque inda não estava acostumado com discursos porém palpitava pra ele muito embrulhadamente muito! que a máquina devia de ser um deus de que os homens não eram verdadeiramente donos só porque não tinham feito dela uma Iara explicável mas apenas uma realidade do mundo. De toda essa embrulhada o pensamento dele sacou bem clarinha uma luz: os homens é que eram máquinas e as máquinas é que eram homens. Macunaíma deu uma grande gargalhada. Percebeu
que estava livre outra vez e teve uma satisfa mãe.

MÁRIO DE ANDRADE, Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986.

Vocabulário:
1 Piaimã – personagem do romance
2 sagüi-açu, sagüim – macacos pequenos
3 cláxon – buzina externa nos automóveis antigos
4 boitatá – cobra-de-fogo, na mitologia tupi-guarani
5 inajá – palmeira de tamanho médio
6 curuatá – flor de palmeira
7 Tupã – entidade da mitologia tupi-guarani
8 Mãe-d’água – espécie de sereia das águas amazônicas
9 bulha – confusão de sons
10 sarapantar – espantar
11 cunhã – mulher jovem, em tupi

Alguns vocábulos possuem a propriedade de retomar integralmente uma idéia já apresentada antes. Essa propriedade é observada no vocábulo grifado em:

“Acordou com os berros da bicharia lá em baixo”
“Tomou-o um respeito cheio de inveja”
“Então resolveu ir brincar com a Máquina”
“Estava nostálgico assim.”
nenhuma das alternativas anteriores

 

3 - (PUC-Campinas-2007) A regência está totalmente de acordo com a gramática na seguinte frase:

Programas sofisticados permitem prever os efeitos da epidemia sobre os habitantes da região.
Foram apresentadas opiniões divergentes umas contra as outras.
Diz que nunca acreditou a nada, a nenhum deus; é mesmo descrente por tudo.
A decisão do chefe escandalizou-lhe, porque sua opinião, eminentemente técnica, não foi considerada.
Esclareceu-o que o defeito permitia a devolução do produto frente à empresa responsável.

 

4 - (Fuvest-2007) "O anúncio luminoso de um edifício em frente, acendendo e apagando, dava banhos intermitentes de sangue na pele de seu braço repousado, e de sua face.
Ela estava sentada junto à janela e havia luar; e nos intervalos desse banho vermelho ela era toda pálida e suave. Na roda havia um homem muito inteligente que falava muito; havia seu marido, todo bovino; um pintor louro e nervoso; uma senhora recentemente desquitada, e eu. Para que recensear a roda que falava de política e de pintura? Ela não dava atenção a ninguém. Quieta, às vezes sorrindo quando alguém lhe dirigia a palavra, ela apenas mirava o próprio braço, atenta à mudança da cor. Senti que ela fruía nisso um prazer silencioso e longo. “Muito!”, disse quando alguém lhe perguntou se gostara de um certo quadro - e disse mais algumas palavras; mas mudou um pouco a posição do braço e continuou a se mirar, interessada em si mesma, com um ar sonhador".
Rubem Braga, “A mulher que ia navegar”.

“‘Muito!’, disse quando alguém lhe perguntou se gostara de um certo quadro.” Se a pergunta a que se refere o trecho fosse apresentada em discurso direto, a forma verbal correspondente a “gostara” seria

gostasse.
gostava.
gostou
gostará.
gostaria

 

5 - (Unemat-2008/1) Com relação às regras de concordância verbal e nominal, assinale a alternativa INCORRETA.

A maioria dos assassinos confessos e corruptos pegos em flagrante, no Brasil, não permanece preso.
Depois do renanpizza o Estado brasileiro não tem mais moral para exigir que seus cidadãos cumpram as leis.
Sonegar impostos, infringir as leis de trânsito, ignorar o estatuto do desarmamento passa a ser direito de todos.
Cidadão, num país em que não há nem sombra de cidadania, significa apenas cidade grande.
Se o 11 de setembro será sempre lembrado pelos americanos como o dia da maior mancha na história de sua pátria, o dia 12, com o resultado do julgamento no Congresso, terá um significado semelhante, ou pior, para os brasileiros.

 

6 - (UEPB-2008) Entre dunas e voçorocas

01 Em menos de duas décadas o minério começou a rarear e

a ocupação desordenada das terras, os grandes desmatamentos,

queimadas e pecuária extensiva causaram um enorme

desequilíbrio ambiental.

05 Todos esses fatores associados ao frágil solo da região e

as oscilações climáticas levaram Gilbués à total decadência,

deixando um rastro de destruição de proporções alarmantes.

Segundo o agrônomo Adeodato Salviano, pesquisador da

Universidade Federal do Piauí e especialista em solos, a

10 desertificação já atinge dois terços do município, o que significa

dizer que 796 mil hectares de terras antes produtivas estão

completamente degradadas.[...]

SIMAN, Simone. Gilbués, a cidade que pode sumir do mapa. Revista

Terra. São Paulo: Editora Peixes, ano 14, n. 174, outubro, 2006, p. 75.

A expressão “Todos esses fatores” (l. 5) funciona como um organizador textual que

dá início a uma argumentação que se manifesta contrária à idéia do desequilíbrio ambiental.
faz remissão ao enunciado anterior, estabelece coesão referencial e proporciona a retomada da temática da desertificação.
produz efeitos de sentidos inadequados ao contexto dos grandes desmatamentos.
estabelece uma relação de ordem explicativa, que contraria as idéias da decadência de Gilbués.
introduz uma retificação, estabelecendo relações concessivas sobre a ocupação desordenada das terras.

 

7 - (UFMT-2006/2)

I - O tempo que vai não volta.
II - Errar é humano.
III - Faça o bem sem olhar a quem.
IV - Cor da vida, cor da morte.
V - É melhor um pássaro na mão que dois voando.

A coluna de cima apresenta tipos de construção lingüística comuns a provérbios, a de baixo, os provérbios citados acima. Numere a coluna de cima de acordo com a de baixo.

1 – Conselho / aviso
2 – Juízo / assertiva

( ) Provérbio I
( ) Provérbio II
( ) Provérbio III
( ) Provérbio IV
( ) Provérbio V

Assinale a seqüência correta.

2, 1, 2, 1, 1
2, 2, 1, 2, 1
1, 2, 2, 1, 1
1, 1, 2, 2, 2
2, 2, 1, 2, 2